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Digital.BR- Vem aí a nova temporada

A segunda edição do programa Digital.BR, da ABDI, atenderá as regiões Norte e Centro Oeste, além do Nordeste que foi contemplado no primeiro edital, e irá selecionar dez projetos, um por unidade da federação

UCM | 13/10/2021

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) lançou nesta sexta-feira (15/10), o Edital 02 do programa Digital.BR, voltado a promover a transformação digital de micro e pequenas empresas brasileiras. Desta vez, o programa irá contemplar projetos das regiões Norte, Centro Oeste e Nordeste.  As inscrições para o edital poderão ser feitas a partir de hoje por meio do portal  e pelo e-mail economia digital@abdi.com.br

Os interessados em participar do Digital.BR 02 podem enviar as propostas até o dia 23 de dezembro. Na fase piloto, os projetos selecionados poderão receber até R$ 550 mil como premiação. Aqueles que avançarem para a fase de escala terão nova premiação, que pode chegar a R$ 1 milhão. Ou seja, o investimento total pode chegar a R$ 1,5 milhão por projeto.

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A segunda edição foi lançada durante webinar sobre Transformação Digital nas Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Será um bate-papo com atores e interlocutores das três regiões. Segundo o presidente da FIEG,  Sandro Mabel, o projeto Digital.BR é imprescindível para fomentar a inovação e empreendedorismo. “Sabemos da importância de instituições como ABDI para a transformação digital das empresas brasileiras por meio da adoção de novos modelos de negócios e da difusão de novas tecnologias.”

Para Igor Calvet, presidente da ABDI, uma empresa que nasce no digital, agrega valores essenciais para o desenvolvimento não somente empresarial, como do país. “Os novos negócios precisam nascer digital. O negócio quando nasce digital ele já está numa nova economia e já é competitivo”, comenta.

“Com esse segundo edital, a ABDI pretende acelerar projetos com potencial para inovar as empresas do Norte, Centro-Oeste e Nordeste e aumentar sua maturidade digital”, afirma o presidente da ABDI, Igor Calvet. 

Tal aceleração de projeto é uma afirmação comprovada por Victor Dutra – Coordenador Executivo do Projeto HUB Sudoeste – Inova, projeto contemplado na primeira edição. “O Digital.BR foi um divisor de águas na história do Sudoeste da Bahia. Um exemplo é um projeto do interior da Bahia estar presente num evento nacional. Isso mostra que existe inovação e transformação digital, sendo feita fora dos grandes centros, fora dos grandes eixos, projetos que muitas vezes carecem de apoio adequado. A ABDI tem um papel fundamental na descentralização do desenvolvimento nacional e redução das desigualdades regionais”, afirma. 

Em 2020, a ABDI lançou o primeiro edital do Digital.BR e contemplou oito projetos de cinco estados da região Nordeste na fase piloto e três na fase de escala. Agora, na segunda edição, serão selecionados dez projetos para a fase piloto, sendo um por unidade da federação, e seis para a fase de escala. O Edital 02 traz outras novidades como a ampliação dos prazos das fases de implementação dos pilotos, de 6 para 9 meses, e de implementação da fase escala, que dobrou, passando de 6 meses para um ano. 

Participam do evento virtual, General Algacir Antonio Polsin - Superintendente da Suframa; Flávio Rassi - Vice-Presidente da Federação das Indústrias do Goiás (FIEG) e Diretor do IEL Goiás; Victor Dutra – Coordenador Executivo do Projeto Sudoeste Inova; e Fernando Nóbrega - Gerente administrativo da Cervejaria Raffe, além do presidente da ABDI, Igor Calvet.

O Digital.BR

Denominado Digital.BR, o programa, por meio dos seus editais, tem a missão de contribuir para o desenvolvimento da capacidade produtiva das empresas regionais, visando a melhoria de sua competitividade, além de melhorar as condições e características produtivas das regiões do país que lidam com grandes desafios econômicos, sociais e tecnológicos.

Cada projeto deverá contemplar redes de ecossistemas de inovação regionais compostas por 3 ou mais instituições sem finalidades lucrativas, de nível de atuação estadual, distrital ou municipal.

As redes de ecossistemas regionais poderão ser formadas por: Agências de fomento e desenvolvimento econômico; Consórcios municipais, distritais ou estatuais; Entidades de representação empresarial (associações, câmaras, sindicatos, entre outros); Federações; Fundações de Amparo à Pesquisa; Grupos de governança local; Incubadoras; Institutos de Ciência e Tecnologia – ICT;  Secretarias de governo estaduais, municipais e distritais; Órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta;  Parques Tecnológicos; Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP); Serviços Sociais Autônomos; Universidades e centros de pesquisa.